Poucas palavras:

Blog criado por Bruno Coriolano de Almeida Costa, professor de Língua Inglesa desde 2002. Esse espaço surgiu em 2007 com o objetivo de unir alguns estudiosos e professores desse idioma. Abordamos, de forma rápida e simples, vários aspectos da Língua Inglesa e suas culturas. Agradeço a sua visita.

"Se tivesse perguntado ao cliente o que ele queria, ele teria dito: 'Um cavalo mais rápido!"

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quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

REPOSTAS PARA OS QUESTIONAMENTOS DO BLOG #3.




PERGUNTA 03: Quando alguém decide estudar uma língua estrangeira em uma universidade sempre imagina encontrar outra realidade aquém daquela que todos os alunos de Letras acabam encontrando. Algo que muitas vezes o faz desacreditar na própria formação. Minha pergunta é: Como você vê os cursos de Letras?






RESPOSTA 03: Essa pergunta é bem complicada. Não sei se consigo avaliar os cursos de Letras de todo o país. Pelo que vejo nas minhas pesquisas e contatos com outros colegas, é que em boa parte do Brasil, os alunos, com algumas variações, apresentam alguns déficits. O que quero dizer é que, sempre me questionei a respeito de algo que me incomoda: como pode um aluno de inglês, que cursou e terminou um curso de Letras, não saber falar a língua que ele supostamente teria que ensinar?

Parece que acabei criando outro questionamento, quando na verdade, eu deveria ter respondido à sua pergunta.  Mas parece-me inevitável tocar nesse assunto quando alguém levanta qualquer questão referente aos alunos de Letras (Línguas Estrangeiras).

Tenho minhas dúvidas sobre a função das faculdades de Letras no nosso país. Se pegarmos as ementas dos cursos poderemos ter muitas surpresas, especialmente se fizermos uma analise mais detalhada do perfil que as faculdades querem formar e o perfil real dos alunos de Letras. Como a faculdade é insuficiente para que o aluno saia preparado para o mercado de trabalho, muitos procuram ajuda nos cursos de especialização pensando que irão sanar suas deficiências.

Como eu vejo o curso de Letras? Eu acredito que tal curso é muito rico em termos de disciplinas e conhecimento. Quando se estuda uma língua também se estuda suas literaturas e culturas. O grande problema, em muitos casos, é que alguns profissionais preferem se privar da tão falada formação continuada. Em outras palavras, em alguns casos, continuar a buscar o conhecimento parece não ter mais sentindo. Pesquisas e projetos não tem espaço na filosofia de alguns discentes. 


Para ler a pergunta #1 clique aqui>>


Para ler a pergunta #2 clique aqui>>




terça-feira, 8 de novembro de 2011

REPOSTAS PARA OS QUESTIONAMENTOS NO BLOG.


Como todos sabem, fiquei um pouco afastado das atividades do blog. Fiz isso porque queria diminuir o ritmo; recarregar as baterias.  De volta, me encontro na obrigação de dá satisfação aos seguidores e leitores do mesmo. Sim, estamos de volta e a todo vapor.

Durante esse pouco tempo que fiquei sem postar, muitas preguntas foram surgindo. Das mais variadas. Das mais simples às mais complexas possíveis. Não sou dono da verdade, nem pretendo ser, mas se me fazem uma pergunta é porque esperam ouvir minha opinião sobre determinado assunto.

Vou enumerar alguns dos questionamentos mais frequentes. Antes de tudo, vou logo dizer que não postarei os nomes dos questionadores por ter perdido o controle dos mesmos. Foram vários e-mails que recebi e não pude lembrar o nome de todos, pois foram se acumulando e acumulando...



PERGUNTA 01: O ensino de Língua Inglesa na escola pública encontrasse cada vez mais complicado. Sou professor de escola pública e percebo que os alunos não se sentem motivados para aprender essa língua. Será que a motivação, ou a falta dela, vem de mim, professor, ou dos alunos? Gosto do que faço, mas quando vejo o que aparece no meu contracheque no final de cada mês, fico muito desanimado e já percebi que não sou mais o mesmo profissional que era antes. Minha produtividade parece ter diminuído. Já perguntei para muitos colegas, mas farei a pergunta mesmo assim. Será que o ensino de inglês nas escolas públicas tem solução? Será que algum dia vamos mudar e passar a lecionar algo mais produtivo para nossos alunos?