Poucas palavras:

Blog criado por Bruno Coriolano de Almeida Costa, professor de Língua Inglesa desde 2002. Esse espaço surgiu em 2007 com o objetivo de unir alguns estudiosos e professores desse idioma. Abordamos, de forma rápida e simples, vários aspectos da Língua Inglesa e suas culturas. Agradeço a sua visita.

"Se tivesse perguntado ao cliente o que ele queria, ele teria dito: 'Um cavalo mais rápido!"

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Inglês na Ponta da Língua :: Dicas de Inglês | Blog de Inglês

Inglês na Ponta da Língua :: Dicas de Inglês | Blog de Inglês

BRAZIL'S PRESIDENT: DILMA ROUSSEFF by MICHELLE BACHELET


The 2011 TIME 100

Meet the most influential people in the world. They are artists and activists, reformers and researchers, heads of state and captains of industry. Their ideas spark dialogue and dissent and sometimes even revolution. Welcome to this year's TIME 100


Read more: http://www.time.com/time/specials/packages/article/0,28804,2066367_2066369_2066390,00.html #ixzz1KJa854PK

Gírias: FOX


Gírias: FOX

FOX[pessoa atraente, sexy; gata (mulheres), pedação]
  • Cameron Diaz is a fox.
    Liv Tyler
  • Cameron Diaz é uma gata.
A palavra é normalmente usada para referir-se a mulheres. O adjetivo derivado dessa palavra é foxy. Exemplo:
  • She’s a really foxy woman.
  • Ela é uma mulher muito sexy.
Cf. an eyeful, fit, hunk, juicy, yummy
Cf. Gírias: Garota, Mina, Gata etc.Cf. Mais Gírias
Referência: “Slang – Gírias Atuais do Inglês” de Jack Scholes – Disal Editora, 2004. Leia a resenha. Clique para adquirir seu exemplar no Submarino ou na Disal.
ONDE EU VI: http://www.teclasap.com.br/blog/2011/04/18/girias-fox/ 

Inglês como Língua Estrangeira: Questões relativas ao aprendizado.





por Bruno Coriolano de Almeida Costa

Antes de iniciar esse manuscrito, gostaria de convidá-los a participar de uma aula. Pode até parecer tendencioso, mas na verdade gostaria que assistíssemos juntos a uma aula típica de língua Inglesa como segunda língua. Se você aceitou ler até aqui, então te convido a sentar ao fundo da sala e ver o que o professor está prestes a fazer.
A aula em questão acontece no Brasil em uma escola de idiomas no nível pré-intermediário. O curso tem um total de 180 horas por semestre, duas aulas diárias, cinco dias na semana, de segunda á sexta, um total de 10 horas semanais. O material principal de referência vem do livro New Inside Out. O professor adentra a sala, onde já havia feito a checagem prévia de todo o material que seria utilizado tais como o aparelho de DVD e o micro system; faz uso da saudação “good morning” (bom dia) com os alunos e espera que os mesmos dêem a mesma resposta. Obviamente, os estudantes respondem e temos ai o início de mais uma aula em inglês. Logo em seguida, o educador começa uma revisão na tentativa de ativar o conhecimento prévio dos seus alunos, que são, em sua maioria, adultos universitários que sabem da importância do domínio do idioma, portanto, eles têm consciência de suas obrigações e deveres, o que torna o trabalho mais fácil.
O tema da aula é adjetivos. Os alunos estão prestes a estudar as formas comparativas de igualdade e superioridade. Para isso o professor escolheu como tema tipos de músicas. Obviamente, o professor já tinha um Lesson Plan (plano de aula) feito previamente com os objetivos bem definidos e possíveis dificuldades que os alunos poderiam encontrar. O professor demonstra desenvoltura, confiança e experiência, três características importantes para a profissão. Os alunos são convidados a opinarem sobre vários estilos de música após analisarem alguns flashcards (cartões com gravuras) que o professor mostra e depois fixa no quadro. A aula decorre bem e os alunos rapidamente começam a perceber como fazer comparações usando as estruturas ensinadas. Logo após a contextualização do vocabulário e a apresentação do tópico gramatical, o professor passa para um exercício auditivo onde os alunos são convidados a ouvirem um texto e completarem algumas lacunas com informações relativas ao conteúdo estudado.
No final da aula o professor quer saber se seus alunos realmente assimilaram o conteúdo estudado e pede que os mesmos façam um exercício escrito em grupo, o mesmo é corrigido com a participação efetiva de toda a turma.
Obviamente que não podemos dizer que a aula foi perfeita, especialmente se levarmos em consideração que precisaríamos saber um pouco da aula anterior e posterior aquela para podermos entender a seqüência lógica do conteúdo estudado. Mas analisando a aula, podemos dizer que o bom ambiente criado pelo professor, a participação dos alunos, a preparação das atividades e outros fatores facilitaram o bom trabalho desenvolvimento, alcançando os objetivos pré-estabelecidos durante a elaboração do plano de aula.
Assim podemos dizer que o objetivo de uma aula como essa é tornar os alunos comunicativamente competentes. Nesse caso, a aprendizagem lingüística é vista como um processo de comunicação no qual o simples conhecimento das formas da língua alvo, seu significado e funções, são insuficientes. Para isso o professor planejou as atividades de forma que seus alunos usariam a língua apropriadamente dentro de um contexto social (tipos de música). Então, o domínio não só da competência gramatical ou lingüística, mas também de habilidades sociolingüísticas, discursivas e estratégicas foram cuidadosamente observados pelo mestre. Claro que o fato do curso ser intensivo, com duração de duas horas por dia, ajuda bastante, pois os alunos têm um contato mais efetivo com a língua estudada e uma disciplina maior também. A forma usada, trabalhos em grupos, ajuda a criar um ambiente mais propício à aprendizagem e a interação onde todos podem fazer uma auto-correção e ensinar uns aos outros.
Ao preparar a aula, o professor considerou todos os tipos de inteligências dos alunos durante a fixação das atividades que visavam o uso autêntico da língua alvo (língua Inglesa, também chamada de L2), que foi utilizada durante toda a aula.

PS: Dedicado aos professores Keager (Irlanda) e Gabriela Hallas (Alemanha), professores do TEFL International empenhados na transmissão de suas experiências e conhecimentos preciosos e a quem devo vários obséquios pelas contribuições para as minhas práticas futuras no ensino de Inglês como Língua Estrangeira.

Graduado em Letras e especialista em Língua Inglesa. Professor de Inglês como Língua Estrangeira e Segunda Língua com experiência profissional internacional SENAC/RN (certificação Internacional TEFL). Twitter: @BRUNOCORIOLANO – brunocoriolano@zipmail.com.br


O que uma escola de idiomas precisa ter para ser realmente eficaz?


Bruno Coriolano de Almeida Costa.


Esse texto tem como objetivo ser mais dinâmico e ultrapassar a simples mensagem no papel, mais além, ele tem como objetivo estimular seu leitor e ir bem mais além: procurar sua veracidade posta em prática. Portanto, ao terminar esse texto você será capaz de pensar criticamente sobre as práticas de ensino de Língua Inglesa como Língua Estrangeira, no inglês, English as a Foreign Language – EFL.
Uma escola de línguas não precisar ficar apenas no livro, entre as suas próprias paredes. Muito mais do que isso, uma boa escola tenta criar um ambiente lúdico e estimulante para que os alunos possam colocar em prática aquilo que estão aprendendo. Indo ainda mais além, eles, os alunos, precisam comprovar, pela experimentação, a eficácia daquilo que eles se propuseram a fazer: estudar e aprender uma língua estrangeira.
O simples fato de falar não constitui nenhuma verdade. Nós não estamos aqui apenas apontando o que acreditamos ser a maneira mais eficaz de ensinar uma língua estrangeira, mas estamos demonstrando de forma prática a forma que a literatura especializada e os eruditos no assunto já fizeram antes.
Você faz todo um ritual ao acordar pela manhã depois de uma noite merecida de sono (você acorda, vai ao banheiro, escova seus dentes, toma um banho, toma o café da manhã e etc e não necessariamente nessa ordem). Da mesma forma é quando você se propõe a estudar uma língua. Depois de observar o que foi estudado, chega o momento de colocar em prática um pouco do que você vai precisar para obter sucesso na comunicação.
Um primeiro exemplo prático é colocar os alunos para falarem algo sobre suas próprias vidas, experiências... Isso fará com que eles se sintam mais a vontade para futuras atividades onde eles precisarão “correr mais risco” para poder obter a fluência.

ESSE PRIMEIRO VÍDEO É COM ALUNOS DO NÍVEL UM (STARTER) DA ESCOLA SENAC DE IDIOMAS.
ESSE SEGUNDO VÍDEO VAI ALÉM DAS PAREDES DA SALA DE AULA E O TEXTO FOI FEITO PELOS PRÓPRIOS ALUNOS DO NÍVEL TRÊS (PRE-INTERMEDIATE) DA MESMA ESCOLA.

ESSE VÍDEO FOI FEITO COM OS ALUNOS DO NÍVEL DOIS (ELEMENTARY). OS MESMOS PRATICAM O “PAST SIMPLE” FALANDO DE COISAS QUE FIZERAM ONTEM “YESTERDAY”.


quarta-feira, 17 de novembro de 2010

AMERCIAN CULTURE: How To Play Beer Pong.




Beer pong, also known as Beirut, is a drinking game in which players throw a ping pong ball across a table with the intent of landing the ball in a cup of beer on the other end. The game typically consists of two two-to-four-player teams and multiple cups set up, in triangle formation, on each side. There are no official rules and rules may vary widely, though usually there are six or ten plastic cups arranged in a triangle on each side. Each team then takes turns attempting to shoot ping pong balls into the opponent's cups. If a ball lands in a cup, then the contents of that cup are consumed by the other team, and the cup is either placed aside or reinserted into the triangle. If the cup is reinserted and the other team knocks the cup over, it is removed. If the opposing team throws the ball into an empty cup, they must consume the contents of one of their cups. The first side to eliminate all of the opponent's cups is the winner.



How To Play Beer Pong:





segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Como é que se diz "furar a fila" em inglês?

Situação irritante! Você está em uma fila aguardando para ser atendido em um banco. De repente, chega um folgado e na maior cara de pau toma a frente de várias pessoas; fura a fila sem hesitar. Claro que a turma toda começa a falar coisas para ele; afinal, a atitude não é das mais cordiais. Enfim, você sabe o que significa a expressão "furar a fila". Mas, e em inglês? Você sabe o que eles dizem para descrever essa mesma atitude? Continue lendo esse post e você aprenderá.

Antes de aprender a dizer "furar a fila", você deve aprender que há em inglês duas palavras para dizer "fila": "line" e "queue". A primeira - line - é muito mais comum no inglês americano; já a segunda - queue - ocorre com mais frequência no inglês britânico. Sabendo disso, você poderá trocar as palavras para ficar do jeito que achar melhor.

Ou seja, você saberá que se estiver nos Estados Unidos, terá de dizer "jump the line" para expressar a ideia de "furar a fila". No entanto, se estiver no Reino Unido, diga "jump the queue". Exemplos:
  • Hey, don't jump the line - take your turn like everybody else. (Ei, não fure a fila - aguarde a sua vez assim como todo mundo.)
  • If you try to jump the queue at a bus stop, you'll get shouted at by old ladies. (Se você tentar furar a fila em um ponto de ônibus, você tomará uns gritos das senhorinhas.)
  • There's a long waiting list for hip operations, but you can jump the queue if you pay. (Há uma longa fila de espera para operações no quadril, mas você pode furar a fila se pagar.)
  • It's terrible! But there are people who jump the line for a transplant. (É terrível! Mas tem gente que furar a fila de transplantes.)
Além das expressões que você viu acima, há também outras. No inglês (dito) britânico é comum algumas pessoas dizerem "queue-jump". No inglês (dito) americano tem "cut in the line" ou "cut in line". Acha que acabou? Engana-se! Veja a sentença abaixo:
  • They were very annoyed when a girl tried to push in. (Eles ficaram muito irritados quando uma garota tentou furar a fila.)
Percebeu o uso do phrasal verb "push in"? Pois bem! Nesse contexto (situação) "push in" também pode ser usado como um equivalente a "furar a fila". Diante de tantas expressões, qual você deve usar?

Eu recomendo que você use com mais frequências as duas primeiras - jump the line|queue. Afinal, são as duas que mais aparecem em dicionários e corpuses da língua inglesa.


RETIRADO DO BLOG: