Poucas palavras:

Blog criado por Bruno Coriolano de Almeida Costa, professor de Língua Inglesa desde 2002. Esse espaço surgiu em 2007 com o objetivo de unir alguns estudiosos e professores desse idioma. Abordamos, de forma rápida e simples, vários aspectos da Língua Inglesa e suas culturas. Agradeço a sua visita.

"Se tivesse perguntado ao cliente o que ele queria, ele teria dito: 'Um cavalo mais rápido!"

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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

O QUE SIGNIFICA “RECIPIENT” EM INGLÊS?




Esse substantivo é mais um daqueles que pode causar problemas para os alunos de língua inglesa como língua estrangeira, até mesmo nos níveis mais avançados. Se você está lendo essa postagem, está prestes a aprender algo que serve de armadilha para muitos estudantes e até professores de inglês.

Indo direto ao assunto, nós podemos afirmar que “recipient” faz referência a alguém que recebe alguma coisa. Se formos traduzir o mesmo teríamos diversas alternativas. Algumas delas seriam “destinatário”, “receptor de órgão transplantado”, “beneficiário”, ou até mesmo “vencedor ou ganhador de algum prêmio”.


VEJAMOS UM EXEMPLO:


“Remember to write the name of the recipient when you finish the letter”, said Julian.

[“Lembre-se de escrever o nome do destinatário quando você terminar a carta”, disse Julian.]

“Do you know the recipient’s name?”, asked the doctor.

[“Você sabe o nome do receptor do órgão?”, perguntou o médico.]


Fica ai mais uma dica do blog. Esperamos que vocês tenham gostado. Se for possível, pedimos que comentem. Deixem suas opiniões sobre essa postagem. Curtam nossa página no Facebook.



O PORTAL DA NGUA INGLESA passará por reformulações e todas as postagens passarão a ser classificadas por estrelas (de 1 até 5 estrelas). Essa classificação ajudará o leitor na hora de ler cada postagem.

Como assim? Simples, sabemos que nem todos os internautas leem uma postagem por inteiro, imaginem todas as postagens do blog, assim, nós iremos sugerir as mais relevantes e as menos importantes para cada tipo de leitor.


Essa postagem vale 5 estrelas.





terça-feira, 22 de novembro de 2011

Entrevista com a professora Carina Fragozo.



A entrevista dessa semana é com a professora CARINA FRAGOZO, que compartilhou um pouco das suas experiências e nos deu ótimas dicas.

Nessa ótima entrevista, Carina nos fala da vida profissional, das dificuldades em relação ao ensino de línguas no Rio Grande do Sul, da experiência fora do Brasil e muito mais.
Essa entrevista está muita boa. Confiram.

Poderia fazer um breve resumo de sua vida acadêmica/profissional?

Sou formada em Letras-Inglês pela PUC-RS e mestre em Linguística, com ênfase em Fonologia, pela mesma universidade. Frequentemente participo de congressos como ouvinte e como apresentadora, e sempre busco estar atualizada em aspectos do ensino e aprendizagem de Língua Estrangeira - LE. Leciono inglês há seis anos (desde os meus 17). Tenho experiência como tradutora de artigos científicos, professora de curso de línguas para todos os níveis, professora particular, professora de inglês instrumental em curso técnico, e professora de inglês para o Ensino Médio.  Atualmente, leciono no Cultura Inglesa, em uma escola particular (Ensino Médio) e em aulas particulares.

Porque decidiu ser professora de Língua Inglesa?

Sempre quis ser professora. Mais ou menos com 12 anos comecei a me interessar muito por músicas e filmes internacionais e acabei me apaixonando pela língua inglesa e pela cultura de países falantes da língua. Acredito que tenha nascido para isso, pois nunca tive dúvidas sobre qual caminho seguir.

Quais as dificuldades que um profissional de idiomas na região onde você atua?

A primeira dificuldade que me vem à cabeça talvez seja comum não só aqui no RS, mas em todo o Brasil. Muitos cursos de idiomas não levam em consideração a formação do profissional e contratam tanto professores com formação em Letras quanto pessoas que falam inglês, mas não possuem qualquer formação em ensino. Assim, a remuneração em muitos cursos de inglês acaba não sendo muito atrativa para quem estudou quatro anos de faculdade.

Nas escolas regulares, um grande problema é a baixa carga horária da disciplina de inglês. Onde eu trabalho, por exemplo, os alunos do Ensino Médio têm apenas um período (50 min.) de inglês por semana, o que acaba me deixando um pouco frustrada. Entretanto, destaco que para bons profissionais sempre há boas oportunidades, pois a formação em Letras abre um grande leque de possibilidades de atuação no mercado de trabalho (traduções, aulas particulares, escolas, cursos, concursos públicos, etc.).

Como você avalia sua formação acadêmica?

Tive uma formação muito forte, na PUC-RS. Quando entrei na faculdade, senti um baque com o nível de inglês dos meus colegas, que era superior ao meu. Com muita dedicação, no terceiro semestre já estava apta a ler a versão original de Hamlet, como qualquer colega. Como fiz licenciatura plena em Língua Inglesa, pude estudar de forma aprofundada a cultura, a literatura e a linguística aplicada ao inglês, com professores maravilhosos. Apesar disso, considero que minhas aulas de didática e de prática de ensino não me prepararam para a atuação profissional.

Acabei a faculdade com 20 anos (faço aniversário em janeiro) e logo ingressei no mestrado, que me ensinou a ser independente, a ser pesquisadora. Os debates eram mais avançados e instigavam uma “sede” por conhecimento. Tornei-me muito mais questionadora após o mestrado.

Quais são seus planos em relação a sua vida profissional?

Pretendo estudar para obter o CPE e iniciar o doutorado em Linguística. Meu objetivo é lecionar em Ensino Superior, na Faculdade de Letras.

É fácil perceber que você é uma pessoa que ama o que faz e que procura está atualizada em relação ao ensino de Língua Inglesa. Por que você resolveu criar seu blog? De onde veio a ideia?

Como leciono inglês instrumental para informática, procurei artigos que mencionassem o uso de tecnologias nas aulas de língua estrangeira. Encontrei um artigo na revista Disal que falava sobre um projeto de ensino envolvendo a criação de blogs. Criei o meu no início deste ano como um meio de me acostumar com a ideia para então aplicar o projeto com os alunos. Até agora, não realizei o tal projeto que me inspirou a criar o blog, mas estou “viciada” em procurar informações interessantes para postar. Aprendo muito ao pesquisar para publicar dicas de pronúncia, de vocabulário, de gramática e de viagem. Também gosto de compartilhar minhas ideias de projetos e de atividades, e sempre exponho os melhores trabalhos dos meus alunos (eles ficam orgulhosos!). Fico feliz quando um professor que nem conheço me escreve para dizer que se interessou pela minha ideia e irá aplicá-la com seus alunos!

De acordo com as informações contidas no seu CV, você estudou na Inglaterra. Como foi essa experiência?

Estudar no exterior sempre foi um sonho. A Inglaterra sempre me encantou e, por isso, não tive dúvidas na hora de escolher meu destino. Estudei Inglês Avançado por um mês na escola Avalon, em Londres. Confesso que algumas aulas deixaram a desejar, pela falta de preparação dos professores. Aprendi principalmente vocabulário e cultura Britânica. Foi ótimo ter contato com falantes de todo o mundo.

Você ensina Inglês Instrumental para Meio Ambiente. É difícil encontrar material para preparar as aulas nessa área?

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

[Notícias relacionadas] Universidades de São Paulo tornam inglês língua 'oficial'.

Aulas ou seminários em inglês, sem tradução, em diferentes áreas do ensino universitário – como agronegócio, química e odontologia.

O cenário poderia ser uma universidade dos EUA ou da Europa, mas não é.
Instituições do interior do Estado de São Paulo têm ampliado suas ofertas com língua estrangeira. O objetivo é enriquecer o currículo dos alunos e prepará-los para o mercado de trabalho.

Na FEA (Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade), da USP de Ribeirão Preto (313 km de São Paulo), a disciplina agrobusiness é um dos exemplos. Até o professor Marcos Fava Neves se surpreende com o resultado. "É um ambiente rico. Não sonhava ver isso tão cedo na USP", diz.

A aula atrai alunos outros cursos, como química e farmácia. A opinião dos "forasteiros" amplia o debate.


"Na aula de agrobusiness, vimos que os estrangeiros têm uma visão mais protecionista das coisas deles e preocupada com a sustentabilidade", afirma Fava Neves.

Há até turmas com predomínio de estrangeiros. É o caso da aula de gerência e promoções de vendas, também da administração.

Única brasileira, Marcela Zucherato, 23, convive com colegas de culturas bem distintas, como Teemy Nyyssonen, 23, da Finlândia, e Juan Ortiz, 21, da Colômbia.
No curso de relações internacionais da Unesp (Universidade Estadual Paulista) de Franca, os alunos se preparam o ano inteiro para simular um congresso da ONU.

Eles se tornam delegados de países. Algumas das "rodadas de negociações" são em inglês. "A experiência ajuda não só a dominar a língua mas a aprender a negociar", diz o professor Marcelo Passini Mariano, coordenador do Gepezoi, grupo que organiza as simulações.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/saber/909675-universidades-de-sao-paulo-tornam-ingles-lingua-oficial.shtml